quarta-feira, 2 de junho de 2010

Os muitos modelos de guitarras: Entenda as diferenças



Saiba mais sobre as clássicas Fender Stratocaster, Telecaster, Jaguar e Jazzmaster

Mito formado entre músicos e alimentado de geração em geração, a Fender já tem seu lugar cativo entre os guitarristas e ainda consegue manter seu forte apelo entre os iniciantes. Isso não poderia ser diferente ao se considerar uma marca que foi abraçada e imortalizada por guitarristas como Jimi Hendrix, Stevie Ray Vaughan, Eric Clapton, Keith Richards e Muddy Waters.

Fundada por Leo Fender no final da década de 1940 – posteriormente vendida à CBS em 1965 – , a Fender foi a primeira fábrica a viabilizar a produção comercial de uma guitarra elétrica em larga-escala. Foi assim que surgiu a Nocaster – também chamada Broadcaster – que originou a primeira grande guitarra da Fender em 1951: a Telecaster. 

Não bastasse isso, a Fender também criou o Precision Bass – o primeiro baixo elétrico do mundo – tornando mais acessível o power-trio, a pedra fundamental de uma banda e sua combinação clássica: guitarra, baixo e bateria. A portabilidade e acessibilidade dessas duas criações Fender revolucionaram e democratizaram o cenário musical, que na época era dominado pelas big bands. 

Em 1954, três anos depois do início da produção da Telecaster, foi lançada a Stratocaster, que se tornou a guitarra mais popular e reconhecida mundialmente. Esses dois modelos consagraram a marca e, anos depois, com o lançamento da Jaguar e da Jazzmaster, formaram o que a fábrica Fender designa como "The Big Four" ou "As Quatro Grandes" guitarras da marca. 


STRATOCASTER - 1954











Fender Stratocaster


Anderson Silva, músico e vendedor especializado em guitarras, caracteriza a Stratocaster como uma guitarra superversátil para tocar inúmeros estilos; do pop até o metal. Com três captadoressingle coil e uma chave seletora de cinco posições, a Strato é um instrumento que oferece uma gama variada de timbres. Apesar de as primeiras guitarras Stratocaster terem sido lançadas na década de 1950, "ela ainda tem uma pegada muito confortável no braço e o design moderno", diz Anderson Silva.

"Entre os guitarristas mais conhecidos que usaram e usam a Stratocaster, temos o antológico Steve Ray Vaughan, bluesman com uma pegada muito forte e mais pesada; Jimi Hendrix, com uma pegada mais leve, Buddy Guy, outro bluesman com uma pegada mais melódica e que até hoje usa a Stratocaster", destaca o músico.

Apesar de ser a escolha de figuras já consagradas, a Fender Stratocaster não é a guitarra mais cara nem a que tem o melhor acabamento. A posição ocupada hoje pela Fender tem relação não só ao apuro técnico, mas também à sua história e ao fato de ter sido a primeira fábrica a produzir guitarras em larga escala.

Anderson Silva ressalta que "por mais que haja outras marcas mais caras e com melhor acabamento, a Stratocaster tem seu apelo e seu lugar; é uma guitarra que cativa também por sua história".

Não é por acaso que muitos fendermaníacos prefiram os modelos mais antigos. Como qualquer marca, a Fender moderniza suas guitarras e seus equipamentos, mas é comum que as Fender antigas sejam as mais procuradas. Nos Estados Unidos, há lojas que só vendem relíquias, muitas a preços impressionantes.

Segundo o Anderson Silva, o timbre estalado da Fender é o que todo mundo procura; "um som mais brilhante, menos opaco". "Quem é fendermaníaco gosta do captador vintage, com uma característica de som mais aberto e mais estalado", finaliza.



TELECASTER - 1951










Fender Telecaster


A Telecaster é a guitarra mais antiga da Fender e pode ser considerada a primeira experiência para se chegar à Stratocaster. Com dois captadores single coil, um a menos que a Strato, e uma chave seletora de três posições, a Telecaster tem uma característica de som mais "magro" e um campo de timbres mais limitado, além de um design de braço e corpo diferenciado.

"A Tele desde sempre foi usada no estilo country, mas é uma guitarra muito bacana para tocar outros estilos também. Dois nomes antológicos que sempre usaram uma são Keith Richards eMuddy Waters", destaca Anderson Silva. "Keith, do Rolling Stones, conseguiu achar na Tele o timbre para fazer rock 'n' roll; e Muddy Waters conseguiu achar o timbre que ele queria para fazer blues", completa.

A Telecaster mais conceituada é de 1952. "Na Tele 52, o captador grave do braço tem uma característica de som mais aveludado e o captador agudo da ponte chega a ser mais agudo que o captador das Stratocaster. É uma guitarra que foi imortalizada e até hoje é vendida. Ela tem seu lugar, suas aplicações", diz o músico.



JAGUAR - 1962





Fender Jaguar



A Jaguar é uma guitarra que tem no design seu maior apelo. Apesar de ter apenas dois captadores, a madeira mais densa e pesada utilizada na construção do corpo amplia a variação de timbres desse instrumento.

"Muitos músicos achavam que ela teria características de timbre mais agudo e mais limitado, mas quando tocavam a Jaguar, percebiam que ela tinha uma característica de timbre mais grave e bem diferente devido à madeira que é usada, mais densa e pesada. É uma guitarra que ficou muito inserida no surf music, talvez por seu design", diz Anderson Silva.


JAZZMASTER - 1958










Fender "Sonic Youth" Jazzmaster


A Fender Jazzmaster é para a Jaguar o que a Telecaster é para a Stratocaster. Segundo Anderson Silva, essa guitarra mantém o timbre "mais estalado", um som mais "magro" com dois captadores single coil e um design próximo da Jaguar.

"A Jazzmaster não é uma guitarra muito conhecida no meio dos guitarristas e tem pouco apelo. O corpo lembra a Jaguar e a parte de trás da guitarra lembra um pouco a a Telecaster também. É uma Fender, mas não é muito comercial.", diz o músico.

A Jazzmaster tem presença marcante no cenário indie. Entre grupos que usam esse modelo, estão o Sonic Youth, Dinosaur Jr e Yo La Tengo.


Fonte: Cifra Club News

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aerosmith desembarca na capital gaúcha!


Banda norte-americana passa por Porto Alegre com show da turnê Cocked, Locked, Ready to Rock


Depois da crise gerada em 2009 pela internação do vocalista Steven Tyler para tratamento de dependência de remédios, a banda Aerosmith retomou os shows este ano e anunciou a passagem pelo Brasil. A boa notícia para os fãs é que, além do show em São Paulo, o grupo de hard rock decidiu incluir a capital gaúcha em sua rota e se apresenta hoje, no estacionamento da FIERGS.
Com 14 discos e mais de 150 milhões de álbuns vendidos, no show a banda deverá fazer um apanhado dos principais sucessos da carreira de quase 40 anos, que tem um vasto repertório e inclui hits como Angel, Crazy, Cryin´, Sweet Emotion e a balada I Don´t Wanna Miss a Thing, que fez parte da trilha do filme Armageddon, de 1998.
O último trabalho do grupo, a coletânea Devil´s Got a New Disguise, foi lançado em 2006. Além do vocalista Tyler, a banda tem Joe Perry na guitarra solo, Brad Whitford na guitarra base, Tom Hamilton no baixo e Joey Kramer na bateria.


Ingressos:
Pista: R$ 130,00
Setor Premium: R$ 230,00
Arquibancada: R$ 260,00
Setor Gold: R$ 380,00

Descontos de 50% para titular do Clube do Assinante ZH (100 primeiros ingressos vendidos) e 10% para os seguintes.

Pontos de Venda:
Loja Multisom (Andradas, 1.001);
www.ingressorapido.com.br

Informações:
Data: 27/05/2010
Horário: 22h
Local: Estacionamento da FIERGS
Av. Assis Brasil, 8787.


Assista ao vídeo de Cryin, ao vivo na Argentina em 2007:




Fonte: Guia da Semana

domingo, 25 de abril de 2010

Megadeth faz show em Porto Alegre!


Banda norte-americana de heavy metal celebra em turnê 20 anos do álbum Rust in Peace



A banda Megadeth, com mais de 25 milhões de discos vendidos no mundo, traz ao Brasil a turnê comemorativa dos 20 anos de Rust in Peace, considerado um álbum clássico do trash metal. Os shows acontecem em Recife, Brasília, São Paulo e Porto Alegre. A capital gaúcha recebe o quarteto no dia 26 de abril.

No repertório, além dos clássicos Hangar 18 e Rust in Peace, do disco de 1990, os fãs poderão conferir canções de outras fases do grupo como Wake Up Dead, A Tout Le Monde,Symphony of Destruction, regravada por outras bandas, e faixas de Endgame, o último álbum lançado em 2009.

Entre as diversas formações que o grupo já teve, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine, que fundou a banda em 1983, é o único remanescente. Os outros atuais membros são o baixista David Ellefson, o guitarrista Chris Broderick e o baterista Shawn Drover. Ellefson, também fundador do Megadeth, retornou ao quarteto em 2010 depois de um afastamento de oito anos.

Ingressos:
Pista
R$ 90,00 (primeiro lote - esgotado)
R$ 110,00 (segundo lote)
R$ 130,00 (terceiro lote)
Mezanino e Área VIP: R$ 130,00 (vendidos somente na loja Multisom Andradas, de Porto Alegre)

Pontos de Venda:
Lojas Multisom
Porto Alegre (Andradas, em frente à Praça da Alfândega - (51) 3931-5381; Shoppings Praia de Belas e Iguatemi);

Informações:
Data: 26/04/2010
Horário: 22:00
Local: Pepsi on Stage 
Endereço: Severo Dullius, 1.995 - Porto Alegre


Assista ao vídeo de Symphony of Destruction:


Fonte: Guia da Semana, Megadethpoa

Concerto Especial reune OSPA, Yamandu Costa e Renato Borghetti na Redenção



Não há como falar da música instrumental brasileira sem mencionar os gaúchos Yamandu Costa (violão 7 cordas) e Renato Borghetti (gaita-ponto). Amigos de longa data, expoentes da música desde muito jovens, são talentos que ganham ainda mais força quando unidos no palco. É o que vai acontecer neste domingo, a partir das 11h, no Parque da Redenção, em espaço especialmente montado junto ao chafariz, com entrada franca. O encontro ainda ganha um importante reforço: o da Orquetra Sinfônica de Porto Alegre que, pela primeira vez, estará ao lado de Yamandu, no ano quem que completa 60 anos de atividades musicais.

O concerto, promovido pela Souza Cruz e OSPA, com apoio da Prefeitura de Porto Alegre e da Secretaria de Estado da Cultura, ainda terá participação da soprano Elisa Machado e do tenor Eduardo Bighelini e a regência do maestro Manfredo Schmiedt.

Yamandu irá mostrar sua "Fantasia Popular para Violão de 7 Cordas & Orquestra", assinada por ele e por Paulo Aragão. Composta de três movimentos, a obra presta homenagem à Radamés Gnattali (primeiro movimento), Baden Powell (segundo) e Tom Jobim (terceiro). Yamandu já apresentou a obra fora do país, em incursões pelo Canadá e pela França.



Programa Concerto Especial OSPA - Parque Farroupilha - 25 de abril, 11h
G. Puccini - O mio Babbino Caro - da ópera Gianni Schichi

G. Puccini - Nessun Dorma - da ópera Turandot

G. Verdi - Brindisi - da ópera La Traviata

A. Carlos Gomes - Sinfonia Il Guarany

Mercedita

Km 11

Milonga para as Missões

Y. Costa e P. aragão - Fantasia Popular para Violão de 7 Cordas e Orquestra

Y. Costa - Bachbarbaridade

G. Ramires - Barra do Ribeiro

A. Augusto e B. Fagundes - Canto Alegretense

F. P. da Fontoura e J. J. Medanha - Hino Rio-Grandense

Solista:
Renato Borghetti (gaita ponto), Yamandu Costa (violão), Elisa Machado (soprano), Eduardo Bighelini (tenor)
Regente:
Manfredo Schmiedt

Local:
Parque Farroupilha, Porto Alegre. Entrada franca


Fonte: Jornal Correio do Povo e www.ospa.org.br

Projeto Concertos CEEE abre temporada com Kleiton e Kledir


O projeto Concertos CEEE, na Capital gaúcha, está sempre conectado com a cultura gaúcha. Neste ano em que a orquestra do teatro completa 25 anos, a programação será um verdadeiro presente ao público, que já no primeiro espetáculo da temporada, em 25 de abril, assistirá a dois dos mais conhecidos músicos do Rio Grande do Sul: Kleiton e Kledir.

O programa de estreia inclui o Concerto de Brandenburgo, de Bach, com a participação do cravista Fernando Cordella, seguido de sucessos da carreira de Kleiton e Kledir, como Canção da meia-noite, Estrela Estrela, Deu Pra Ti e Vento Negro.

Como de costume, a entrada será o ”ingresso solidário”, ou seja, um quilo de alimento não perecível por pessoa. É importante lembrar que a capacidade do Theatro São Pedro é de cerca de 700 pessoas sentadas e recomenda-se chegar até meia hora antes para garantir lugar.



Os irmãos, Kleiton e Kledir (Foto: Rodrigo Lopes)

Programa Concertos CEEE - 25 de abril de 2010:


J. S. BACH (1685-1750):

Concerto de Brandenburgo nº 3
Allegro
Adágio
Allegro

André Meneghello, Augusto Corralo, Cristiano Pereira - violinos Martinêz Nunes, Cristiano Loro, Emanuel Caramashi -  violas, Milene Aliverti, Douglas Dantas Araújo, Carla Pacheco -  violoncelos, Ana Paula Freire - contrabaixo. Fernando Cordella, cravo.

Kleiton e Kledir | Ao Sabor de Vento | Arranjo: Vagner Cunha

Kleiton e Kledir | Capaz | Arranjo: Luiz Avelar

Vitor Ramil | Estrela Estrela | Arranjo: Vagner Cunha

Zé Flavio |Canção da Meia Noite | Arranjo: Rodrigo Bustamante

Kleiton e Kledir | Autorretrato 

Kleiton e Kledir | Estrela Cadente

José Fogaça | Vento Negro | Arranjo: Vagner Cunha

Kleiton Ramil | Vira Virou | Arranjo: Kleiton Ramil

Kleiton e Kledir | Deu Pra Ti | Arranjo: Kledir Ramil

Regente: Antonio Carlos Borges-Cunha

Concertos CEEE – abertura da temporada dia 25 de abril, domingo, às 11h:
Convidados: Kleiton e Kledir
Ingressos: um quilo de alimento não perecível por pessoa.
Patrocínio: Grupo CEEE


Fonte: Bebê Baumgarten e Kellen Hoehr/ BD Divulgação

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Material de estudo para prova específica de violão UFRGS - Vestibular 2010



Elaboramos esta seção especial para download do material de estudo para a prova específica de violão da UFRGS. O conteúdo para a prova deste ano ainda não foi divulgado, portanto, este corresponde ao conteúdo exigido na última prova ( 2009 - para o Vestibular 2010). Não devem ocorrer muitas alterações na parte técnica e exercícios obrigatórios. Além disso, muitas peças costumam se repetir. Assim, quem já quer começar a se preparar, pode iniciar pelos exercícios exigidos no ano passado e, após, passar ao repertório. Os estudos de Fernando Sor e Leo Brouwer são freqüentes exigências na prova da UFRGS, bem como Bach e Villa-Lobos.

Aqui você encontra os exercícios obrigatórios, em formato digital, bem como as partituras do repertório obrigatório e alternativo, todas acompanhadas por arquivos em áudio ou vídeos, para referência. Tudo o que você precisa, no mesmo lugar, simplificando a vida de nossos alunos. É isso aí galera, é só baixar e MÃOS À OBRA! Literalmente!

1ª Parte - Técnica

A) Série Didáctica para Guitarra - Abel Carlevaro

B) Estudos Obrigatórios
      Baixe AQUI os estudos de Fernando Sor em mp3!
     Assista no You Tube a execução do estudo n° XVI, de Leo Brouwer.  
    

2ª Parte - Repertório

A) Uma peça de autor brasileiro, a escolher entre:
      Baixe AQUI os estudos de Villa-Lobos em mp3, interpretados por Fábio Zanon.
     Baixe AQUI os estudos de Radamés Gnattali em mp3, intepretados por Sebastião Tapajós.
  • Fernando Mattos - Poemeto (indisponível)


B) Uma obra, a escolher entre:
     Baixe AQUI a Valsa de Manuel Ponce em formato mp3, na interpretação de John Williams.
     Baixe AQUI toda a obra Castillos de España em mp3, na interpretação de David Russel.
     Baixe a completa de Bach para alaúde, em formato mp3, na interpretação de Lutz Kirchhof:
    
     DISCO I - PARTE I &; PARTE II

     DISCO II - PARTE I &; PARTE II


DECKLIST

Johann Sebastian Bach
Obras Completas para Alaúde (Parte I)
Alaúde: Lutz Kirchhof

Suite in G minor, BWV 995
JJOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

I - Prelude 5:05
II - Allemande 4:50
III - Courante 2:01
IV - Sarabande 2:22
V - Gavotte I/Gavotte II en Rondeau/Gavotte I 4:30
VI - Gigue 2:19

Fugue, BWV 1000 5:50
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

Lute Suite in E minor, BWV 996
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

I - Praeludio: Passaggio-Presto 2:31
II - Allemande 2:32
III - Courante 3:12
IV - Sarabande 3:20
V. Bourrée 1:34
VI - Gigue 3:07

Preludium, Fugue and Allegro, BWV 998
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

I - Preludium 2:24
II - Fugue 6:15
III - Allegro 3:50


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Obras Completas para Alaúde (Parte II)
Alaúde: Lutz Kirchhof

Suite (Partita), BWV 997
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

I - Praeludio 3:24
II - Fuga 7:26
III - Sarabande 5:20
IV - Gigue 3:05
V - Double 3:15

Preludium in C minor, BWV 999 1:52
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

Lute Suite in E Major, BWV 1006a
JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

I - Prelude 5:01
II - Loure 3:33
III - Gavotte en Rondeau 3:28
IV - Menuett I 2:04
V - Menuett II 2:08
VI - Bourrée 2:11
VII - Gigue 2:03
    

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Sarau no Instituto de Artes


O ciclo Sarau/2010 do Instituto de Artes teve início no dia 29 de Março. Nesta edição, os alunos Daniel Vieira (piano), Bernadete de Deus (piano), Lício Bischoff (cravo) e Rodolfo Augusto Faistauer (piano), interpretam obras de Brahms, Beethoven e Couperin. O Sarau é um recital de música erudita, realizado durante todo o ano pelos estudantes do Departamento de Música do Instituto. O evento, com entrada franca, acontece na sala 33 do IA (Rua Senhor dos Passos, 248, 3º andar). Outras informações pelo e-mail iaeven@ufrgs.br e através do telefone 3308.4318.

Dia 12 de abril de 2010, SEGUNDA-FEIRA
às 17h30min
Entrada Franca
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Daniel Vieira - piano
Bernadete de Deus - piano
Lício Bischoff - cravo
Rodolfo Augusto Faistauer - piano


OBRAS DE
Johannes Brahms, Ludwig van Beethoven e François Couperin
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